domingo, 28 de setembro de 2008

~ Vento

Ah se pudesse ser como o vento
Voaria pra longe daqui
Rápido e rasteiro
Vento invisível
Vento indomável
Voaria pra longe daqui
Voaria além das nuves
Além dos limites da cidade
No escuro, no frio das montanhas
Entre as florestas
Entre as pedras e o cais
Vento frio, invisível...
E ela não me viria chegando
E antes de fechar a janela
Eu entraria no seu mistério, na sua solidão
Que vento frio e gelado!
Suspiro em seus ouvidos
Como é bela, como é linda...
Pode fechar a janela!
Pronto! é o suficiente!
Posso me tornar homem novamente
Seco suas lágrimas
E encontro calor
O vento lá fora
E cá dentro, o amor.

Nenhum comentário: