domingo, 26 de outubro de 2008

Flâneur


Flâneur, diga-me, por onde andas?
Disseram-me que ainda vive dos cadeados... assim como eu.

Aconselho-te os ventos, o perigoso e o merecido desconhecido. Vai embora daí! antes que suguem tuas gigantescas asas. Em solo se arrasta.

Flâneur, albatroz que é.

Um comentário:

Tarcísio Piucco disse...

óia...bons textos hein gato!
desfigurados e exageradamente livres, como vc!

bjo do mau.