
Flâneur, diga-me, por onde andas?
Disseram-me que ainda vive dos cadeados... assim como eu.
Aconselho-te os ventos, o perigoso e o merecido desconhecido. Vai embora daí! antes que suguem tuas gigantescas asas. Em solo se arrasta.
Flâneur, albatroz que é.

Um comentário:
óia...bons textos hein gato!
desfigurados e exageradamente livres, como vc!
bjo do mau.
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