Estou de volta, como numa sombra doce representada por algodão azul claro, doce. Estou retornado, conheci o inferno quente e a brisa do céu. Voltei transtornado, transtornado de idéias e sentimentos bons. Sou um vestigio de poeira que voa do ouro retirado do marfim. Sou contemplado por ninfas e Netuno. Soy la prueba e la nota vertiginosa.
Vertigem, frio na barriga, levanto voo. Entorto a nuvem, branca, doce, cidade velha, meu amor. Vim te ver, porque sei te amar.
Eu sou o colapso de que tudo um dia vai acabar, pois sou ciclo e torno a sonhar, antes que mudem todas as perguntas eu nunca saberei as respostas.
A questão de inflar o ego, enaltecer a vírgula e pular o ponto, ponto. Fim.
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